quarta-feira, 26 de outubro de 2016

PIRRALHA ENCAPETADA E AUTISTA FODÃO EM SESSÃO DUPLA DE CINEMA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  


Ouija: Origem do Mal (Ouija: Origin of Evil).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: Mike Flanagan.

Elenco: Annalise Basso, Elizabeth Reaser, Lulu Wilson, Henry Thomas, Doug Jones, Kate Siegel, Sam Anderson, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Kinoplex Maceió em 25 de outubro de 2016.

Cotação

Nota: 4,5.  

Sinopse: Continuação de Ouija: O Jogo dos Espíritos. A trama se passa nos anos 1960. Alice Zander (Reaser) é uma viúva com duas filhas, Paulina (Basso) e Doris (Wilson), que ganha a vida como trambiqueira, dizendo ser uma médium, contado com a ajuda das meninas para confortar as pessoas que perderam alguém. Para aumentar ainda mais a clientela, e caprichar nos truques, Alice inventa de comprar um tabuleiro de Ouija. que chama a atenção da caçula Doris que, sem ter o que fazer, inventa de pegá-lo para tentar se comunicar com o pai. Só que o tiro acaba saindo pela culatra e a merda está feita.

Comentários: Depois de anos na merda, o gênero do terror está tendo uma surpreendente reviravolta neste ano de 2016, com filmes acima da média, e também por, finalmente, aposentar a modinha do found footage, que já deu até demais. Continuação de um filme de terror legalzinho, porém, esquecível (para ser sincero, não lembrava de ter assistido a produção de 2014), esse Ouija: Origem do Mal chega para tentar avacalhar. Com um roteiro simples, repleto de clichês, sem nenhuma novidades, temos um filme com uma história batida, mal aproveitada, praticamente nenhum susto (o original ao menos era competente nesse ponto), mas que acaba provocando inevitáveis risadas do rumo ridículo que a trama vai tomando. Não chega a ser uma bomba, mas, também não é um bom filme. Até mais esquecível que o original, não fede, nem cheira ao gênero. 




O Contador (The Accountant).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: Gavin O'Connor.

Elenco: Ben Affleck, Anna Kendrick, J.K. Simmons, Jon Bernthal, Cynthia Addai-Robinson, John Lithgow, Jeffrey Tambor, Alison Wright, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Kinoplex Maceió em 25 de outubro de 2016.

Cotação

Nota: 7,5.  

Sinopse: Christian Wolff (Afleck) é um autista que é fera com os números, o que o torna um puta contador. Anti-social, Christian monta um pequeno escritório de contabilidade, numa pequena cidade, mas, apenas faixada, pois ele é contador das mais perigosas organizações criminosas do mundo, o que o torna uma mira fácil, e alvo de investigação do F.B.I.. Sua nova empreitada é fazer a auditória de uma grande indústria de tecnologia e acaba descobrindo uma fraude de milhões, o que deixa ele e sua colega de trabalho, Dana Cummings (Kendrick), com as vidas em risco. 

Comentários: 2016 está sendo o ano de Ben Affleck. Após calar a boca de muita gente que não levava fé nele como o morcegão (admito que sou um deles), agora ele chega as telonas com este thriller que tem uma premissa interessante, encabeçando um puta elenco talentoso. Esqueça qualquer atuação memorável como a de Dustin Hoffman em Rain Man. Affleck aqui encana um típico herói durão de filme de ação, a la  Jason Bourne, e só sabemos que o personagem é autista por causa que a própria história faz questão de durante todo filme nos informar. Independente disso, Affleck está bem e convence com o autista fodão nos números e na porrada, num filme que tem um bom roteiro, que ganha força com um bom elenco, todos com atuações satisfatórias, em especial Jon Berthal, provavelmente, por junto com o Affleck, ter o personagem melhor desenvolvido. Em síntese, um interessante thriller de ação que vale a pena ser conferido.



Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

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